NAPSTER É RELANÇADO NA EUROPA COMO SERVIÇO DE STREAMING MUSICAL

Comprado pelo serviço de música por assinatura Rhapsody, no ano passado, o Napster foi relançado na Europa como serviço de streaming musical.

O novo dono, Jon Irwin, prefere não voltar a usar o nome Napster nos EUA, mas para a Europa será diferente.

Ele disse ao jornal inglês Daily Telegraph que a compra do Napster e de sua base de assinantes no Reino Unido e Alemanha representa a maneira ideal de entrar no mercado europeu. “Podemos agora oferecer o Napster para cada vez mais consumidores em uma variedade de plataformas”.

O Napster oferece atualmente dois serviços: no primeiro, o usuário pode ouvir música em streaming ilimitadamente no computador, ao custo de 5 libras por mês (cerca de R$ 14); na segunda alternativa, o Napster pode ser acessado via celular, por 10 libras mensais (cerca de R$ 28).

O Napster original foi fechado em 2001 depois de sofrer uma avalanche de processos de artistas e gravadoras.

*Com informações do caderno Link (Estadao.com.br)

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ABERTAS INSCRIÇÕES PARA PROGRAMA DE INTERCÂMBIO E DIFUSÃO CULTURAL

O Ministério da Cultura abriu novo edital para o Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, desenvolvido pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). Com investimentos de R$ 3,3 milhões, a seleção contempla viagens que ocorrerão entre abril e setembro de 2012.

Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades a área, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras. As inscrições para viagens no mês de abril vão até o dia 12 de março.

As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC. Os participantes devem ter um dos seguintes objetivos: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.

Clique aqui para ler o edital

Fonte: Site CUltura e Mercado

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FUNARTE LANÇA EDITAL PARA OCUPAÇÃO DE SALAS DE MÚSICA

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou edital para seleção de projetos de ocupação dos seguintes espaços da instituição: Sala Sidney Miller, no Rio de Janeiro; Sala Cássia Eller, em Brasília; Sala Guiomar Novaes, em São Paulo; e Galpão 1 da Funarte MG, em Belo Horizonte.

Podem participar pessoas jurídicas privadas, com ou sem fins lucrativos, e com experiência comprovada de, no mínimo, três anos na produção de espetáculos e eventos musicais. As inscrições estarão abertas até 15 de março.

A programação, a ser realizada de maio a agosto deste ano, deve incluir pelo menos 28 espetáculos de música popular e/ou erudita, além de atividades complementares como debates, palestras, lançamentos de discos, livros, entre outros.

A análise das propostas será feita por comissões, nomeadas pelo presidente da Funarte e integradas por profissionais de reconhecida experiência na área musical. Ao final do processo, será selecionado um projeto para cada um dos espaços. Cada contemplado receberá aporte financeiro de R$ 420 mil, dos quais serão deduzidos os descontos previstos em lei.

Para saber mais sobre cada projeto e ter acesso às fichas de inscrição, clique nos links abaixo

Sala Funarte Sidney Miller (RJ) 

Sala Funarte Cássia Eller (DF) 

Sala Funarte Guiomar Novaes (SP) 

Galpão 1 da Funarte (MG) 

 

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MÚSICA É CAMPEÃ DE ARRECADAÇÕES EM SITES DE CROWDFUNDING

No universo dos sites de financiamento coletivo no Brasil, é certo dizer que a maioria dos projetos – e a maioria dos que se tornam bem-sucedidos nas plataformas – são aqueles relacionados à música.

“No Movere, que aceita projetos culturais de vários nichos, temos as seguintes categorias em destaque quanto à quantidade de projetos bem sucedidos: 38% música e 14% vídeo. Perceba que a diferença do primeiro para o segundo lugar é de quase o dobro”, diz Vanessa Oliveira, sócia-fundadora do Movere e pesquisadora na área de música.

Para ela, isso se deve tanto a um maior interesse do público quanto a uma maior oferta de projetos musicais. “Além do fã de música ser um consumidor voraz, seja comprando ou baixando música, é notória a quantidade de pessoas fazendo música em nosso país, não só no eixo Rio-São Paulo. Além disso, hoje em dia tem muita gente gravando CDs com R$ 5 ou R$ 10 mil, que são quantias razoáveis de se conseguir através do crowdfunding. E uma banda consegue se ver nesse modelo facilmente, pois as suas necessidades como autor são projetos ‘redondos’ como fazer um clipe, um show ou um CD. Do mesmo modo, as recompensas são óbvias, como discos, ingressos para show, camisetas e até shows fechados.”

No Catarse, dos 148 projetos bem sucedidos, 47 são de música. Juntos, eles arrecadaram mais de R$ 349 mil. “Existe sim uma oferta maior de projetos musicais, 87 projetos já entraram no ar. Mas também existe o lado do interesse do público em fazer parte do projeto da banda/cantor que já curtem”, afirma um dos responsáveis pelo site, Luís Ribeiro.

Segundo ele, as bandas já realizam um trabalho de comunidade muito forte antes de entrar no site. E isso é fundamental para um projeto ser bem-sucedido. “Muita gente coloca um projeto no Catarse como a primeira ação para desenvolver uma comunidade, enquanto que as bandas já possuem essa comunidade de fãs (organizadas no myspace, no youtube, em uma fanpage) e apenas trazem para o início do processo de lançamento de um novo CD, ou então da realização de um show. O apoio vem de forma quase natural, uma vez que o fã terá acesso a uma série de recompensas exclusivas que o diferencia do simples consumidor”, explica Ribeiro.

No Embolacha, site de crowdfunding especializado em música, de 17 projetos inscritos – sendo que 3 estão em andamento – 12 foram bem sucedidos e apenas 2 não foram concluídos com sucesso. “Nesse primeiro ano de apresentação e consolidação do modelo no mercado brasileiro, escolhemos trabalhar com carinho em projetos com qualidade, possíveis de serem realizados, ao invés de focar na quantidade de projetos inscritos. Ao poucos, a empresa espera que o sucesso dos primeiros projetos ajude a disseminar o conceito e traga credibilidade para a ferramenta”, conta o sócio Paulo Monte.

Ele acredita que o conceito de financiamento colaborativo é valido para qualquer área, seja música, artes plásticas, literatura ou política. “Talvez esse modelo seja mais claro para música pois os artistas e público já estão mais acostumados a este contato mais direto. Fora que a forma de consumir música mudou, então é normal que modelos novos ganhem espaço em relação a hábitos antigos.”

Vanessa Oliveira cita ainda sites como o Queremos, o PlayBook e o Ativa Aí, o que para ela representa o maior case de sucesso no Brasil em 2011, misturando produção e financiamento coletivo. “Esses sites possuem produtores por trás do seu negócio, que produzem shows através da mobilização das pessoas e do financiamento coletivo. E são os que mais arrecadam dinheiro! Em 15 meses, o Queremos viabilizou 22 shows com 4.374 pessoas e valores como R$ 60 mil, R$ 100 mil. O PlayBook arrecadou a maior quantia em financiamento coletivo, no Brasil, em 2011, ao garantir o Tokyo Police Club por R$158.600”, contabiliza.

Segundo ela, o modelo é diferente de Movere e do Catarse. “Você não pode colocar o seu projeto pessoal lá e eles não cobram percentual, já que o lucro vem com a produção destes shows. Mas essa prática só reforça o conceito. E de fato, no setor cultural, não teve nicho que soube mais aproveitar essa tendência do que a música”.

Lições – O produtor Rodrigo Lariú concorda que o mercado da música está mudando e lembra que a criação musical está carente de mecenas. “Mas tenho medo das pessoas acharem que o único caminho para lançamento de produtos musicais é via crowdfunding. Não é! O crowdfunding quando dá certo é muito enriquecedor, mas se der errado, pode destruir uma carreira.”

Lariú colocou no Movere a banda de indie rock The Cigarettes, com o objetivo de lançar seu disco em vinil. Conseguiu resultado de 110%. Mas várias lições foram aprendidas no processo, e ele enumera: 1) por mais que você tenha um excelente network, é difícil convencer uma porcentagem de pessoas a participar; 2) valores altos são complicados – “Talvez o ideal teria sido usar o crowdfunding para bancar uma parte do projeto e conseguir o restante por outras vias”; 3) passamos quase 60 dias sem ter certeza; somente na última semana é que a coisa engrenou, então é preciso paciência e não desistir nunca; 4) a melhor surpresa é descobrir como os fãs verdadeiros se apaixonam pelo projeto e acabam trabalhando mais do que os próprios criadores.

Ele conta que, com 23 anos de gravadora independente, já lançou música de várias maneiras. “Os lançamentos mais recentes anteriores do Cigarettes foram bancados da forma tradicional, com a gravadora se responsabilizando pelos custos de produção. Para este vinil, optamos pelo crowdfunding porque o custo de produção é muito alto – bem maior do que a produção de CDs – e o público consumidor bem restrito. Então era claro para nós que este vinil só deveria ser lançado se houvesse interesse do público. Nada mais coerente do que um crowdfunding.”

Rodrigo Santos também buscou no Movere apoio para uma etapa de seu trabalho que demandava um investimento, mas que era mais difícil do que gravar e mixar um DVD. Ele precisava de R$ 16.500 para cuidar da fase de lançamento e assessoria de imprensa para o trabalho registrado ao vivo em Ipanema. Conseguiu R$ 17.100, com 52 pessoas apoiando. “Eu já vinha acompanhando pela rede alguns projetos de crowdfunding e como tenho mais de 12 mil fãs no Facebook e 11 mil no Orkut, achei que para meu projeto isso seria interessante.”

Para ele, não houve dificuldade no processo. “Já entramos focados no público que seria realmente participativo. Talvez o fato de ter cartão de crédito tenha deixado alguns com o pé atrás, mas nossa explicação pelo Facebook tornou a coisa bem mais fácil. E tem muita gente que deixa para o final mesmo, sempre nos fazendo correr riscos do projeto cair. O difícil, seja no crowdfunding ou não, é mostrar um trabalho de qualidade e fazer as pessoas entenderem que isso ajudará o artista. Depois que entendem, tudo corre sem problemas.”

A banda Scalene, de Brasília (DF), também foi bem-sucedida em sua proposta no Movere. Mas Tomás Bertoni, um dos integrantes do grupo, também cita a necessidade do uso do cartão de crédito como uma dificuldade. “Alguns fãs, geralmente mais novos, não têm cartão de crédito Conseguimos através de outros meios que essa galera pudesse contribuir, mas realmente isso complica”, explica.

Paulo Monte, do Embolacha, concorda. “As principais dificuldades são trabalhar com um modelo/conceito relativamente novo – e apresentá-lo ao mercado brasileiro – e o uso de cartão de crédito. Apesar da expansão e de um número crescente de novos compradores, ainda existe um certa relutância do público em comprar pela internet usando cartões de crédito”.

Texto retirado do site Cultura e Mercado

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SIDNEY OLIVEIRA SE APRESENTA NO SESC INSTRUMENTAL

quando: 13/02/2012, segunda às 19h
onde: Sesc Consolação
quanto:grátis

O CD instrumental Prólogo foi gravado no final de 2010 através do Prêmio de gravação de música popular pela FUNARTE, conta com a participação de músicos renomados como Renato Borghetti, Rodrigo Sater, Antonio Porto e Papete, além de outros músicos. Prólogo é um CD de composições e arranjos próprios de Sidnei de Oliveira para Viola de 10 Cordas, Violão Nylon e Aço, Flauta Transversal, Quinteto de Cordas, Contrabaixo, Percussão e Gaita Ponto. Com Sidnei de Oliveira (Viola de 10 Cordas); Célio Sene (Flauta Transversal); Daniel C. Martins (Violoncelo); Papete (Percurssão e efeitos). Teatro Anchieta.

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GRUPO TIQUEQUÊ EM TU TOCA O QUE?

quando: 12/02/2012 domingo, às 15h30.
onde: Sesc Osasco
quanto: grátis


Espetáculo infantil que une música, dança, teatro e narração de histórias. Em Tu Toca o Quê? Um repertório que leva às crianças uma seleção original de canções que não costumam fazer parte do universo infantil atual, criando um diálogo entre as cantigas populares e as autorais, antigas ou recentes, além de composições próprias e inéditas. Ângelo Mundy, Diana Tatit, Isabel Tatit e o Wem, direção e concepção artística do grupo Tiqueque

Clique aqui para conhecer o trabalho do grupo 

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ESTRAMBELHADOS NO SESC TAUBATÉ

quando: 04/02/2012, sábado às 12:00hs
onde: SESC Taubaté – Av. Engenheiro Milton de Alvarenga Peixoto, 1264 Esplanada Santa Terezinha
quanto:grátis

A banda ESTRAMBELHADOS representa e homenageia a rica tradição musical da cidade brasileira de São Luiz do Paraitinga, que plasma a animação das festas populares de rua à tradição religiosa das procissões católicas. A banda teve seu primeiro CD premiado pelo edital Estímulo de Música da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Lançado em 2008 pelo Selo Cooperativa, o álbum traz no repertório as marchinhas características dos festivais luizenses combinadas a congadas, moçambiques, folias dos Reis e do Divino, e a temas carnavalescos típicos da cultura popular brasileira. A banda vem ganhando espaço em diversos segmentos, transformando a marchinha carnavalesca em um ritmo contemporâneo, a ser executado todo o ano.

Clique aqui para conhecer o trabalho do grupo

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EXPOSIÇÃO NELSON RODRIGUES 100 ANOS DO ANJO PORNOGRÁFICO

Em agosto de 2012, Nelson Rodrigues, vivo, faria 100 anos!

Para dar o pontapé inicial nas comemorações e homenagens deste ano de centenário, a Funarte inaugura, na sala Aloísio Magalhães, no Teatro Glauce Rocha, dia 31 de janeiro, às 19hs, a Exposição: Nelson Brasil Rodrigues – 100 anos do Anjo Pornográfico.

A convite da Funarte, os curadores Crica Rodrigues e Nelson Rodrigues, filho fazem um recorte na extensa e variada obra do mais polêmico dramaturgo brasileiro e contam um pouco da história de cada uma das estreias das 17 peças teatrais.

O presidente da Funarte, Antonio Grassi, ressalta a importância de levar ao público um pouco do universo rodriguiano. “Considero importante homenagear esse que é um dos maiores dramaturgos brasileiros. Sua obra, provocante e original, muito contribuiu para a nossa cultura. Nelson Rodrigues foi o pioneiro da dramaturgia moderna brasileira e seus textos expõem o inconsciente da classe média. No centenário de seu nascimento, a Funarte tem o prazer de expor um pouco de sua vida e obra”, afirma.

Cedidos do riquíssimo acervo do CEDOC da Funarte, textos do próprio autor, de diretores, matérias de jornal, programas das peças, críticas e memoráveis e históricas fotos, desde a estreia com A Mulher Sem Pecado até A Serpente, sua última peça, fazem a fotografia da época em painéis deslizantes que levam a um passeio pelo o que ele chamou de “O Teatro Desagradável”: as peças Psicológicas, as Míticas, chegando às Tragédias Cariocas – muito felizmente dividas desta maneira por Sábato Magaldi.

Experientes habitantes do Mundo Rodrigueano, como artistas que são, o cenógrafo Ronald Teixeira, vencedor do Golden Triga, maior prêmio de cenografia do mundo, na Quadrienal de Praga, e a sempre premiada luz de Aurélio de Simoni trazem à exposição o calor da alma humana, muito bem descortinada na obra teatral de Nelson Rodrigues. O áudio de uma entrevista concedida pelo autor à Fernanda Montenegro será disponibilizado em fones. Sua máquina de escrever e uma roupa de seu uso do cotidiano também ficarão expostos ao público que ouvirá no ambiente, além de algumas frases em loop, algumas das músicas que Nelson gostava de ouvir.
Junto a todos os movimentos comemorativos espalhados pelo Brasil, a Exposição: Nelson Brasil Rodrigues – 100 anos do Anjo Pornográfico torna-se mais uma fonte de informação e pesquisa, também, para estudantes de variadas idades, proporcionando à nova geração, o resgate do autor que mais conhecia a alma do brasileiro.

Serviço:

  • Exposição “Nelson Brasil Rodrigues – 100 anos do Anjo Pornográfico”
  • Sala Aloísio de Magalhães, Teatro Glauce Rocha
  • Av. Rio Branco,179. Centro. Tel: 2220-0259
  • Inauguração: 31 de janeiro, terça-feira, às 19h
  • Funcionamento: de quarta a domingo das 10h às 20h
  • Entrada Franca
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MATÉRIA DA FOLHA DE SÃO PAULO FAZ MINISTÉRIO DA CULTURA PUBLICAR NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Ministério da Cultura emitiu nesta terça-feira (24/1) nota de esclarecimento sobre matéria veiculada pelo jornal Folha de S. Paulo, intitulada “Projetos prioritários da Cultura estão estagnados”.

A reportagem faz referência ao Vale Cultura – “está parado na Câmara e Pontos de Cultura têm problemas”-, aos Pontos de Cultura – “houve atrasos de mais de seis meses no reembolso aos gestores. Dois editais foram cancelados” – e às Praças do PAC – “As Praças do PAC tiveram R$ 164,8 milhões empenhados, mas nenhuma obra foi iniciada ainda”, diz o texto.
Veja a matéria da Folha de São Paulo

Veja a Nota de esclarecimento do Ministério da Cultura

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MINC DIVULGA NOVOS PROCEDIMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA DE PROJETOS CULTURAIS DA LEI ROUANET

O Ministério da Cultura, por meio das secretarias de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) e do Audiovisual (SAv), em conformidade com orientações do Banco do Brasil (BB), comunica procedimentos de movimentação financeira de recursos de projetos culturais incentivados pela Lei 8.313/91 (Lei Rouanet).

Com o objetivo de facilitar os acessos a consultas de saldos/extratos e movimentação dos recursos nas contas vinculadas aos projetos culturais, as agências do BB foram autorizadas a conceder acesso ao gerenciador financeiro (BB – personal banking), o qual é realizado por meio da página www.bb.com.br, ressaltando que o acesso ao gerenciador é exclusivo para pessoa jurídica.

As consultas podem ser efetivadas conforme abaixo:

1. Conta Captação:
1.1. consultas de saldos e extratos da conta e aplicações financeiras;

2. Conta Movimento:
2.1. consultas de saldos e extratos da conta e aplicações financeiras;
2.2. transferências entre contas do próprio Banco do Brasil; e
2.3. transferências para outras instituições financeiras, via DOC ou TED.

O Banco do Brasil esclarece que a utilização de quaisquer outros serviços ou a realização de movimentação financeira em modalidade diferente das relacionadas acima, como a emissão de ordem de pagamento (Orpag), por exemplo, estará sujeita à cobrança de tarifas.

Orientamos os proponentes a procurarem suas agências de relacionamento para assinar os termos de adesão e cadastramento.

Confira aqui a publicação do site do Ministério da Cultura

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