Boletim Informativo
           No 16  dez/2009

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3º FESTIVAL ESPAÇO COOPERATIVA, QUE COMEÇA NESTA QUINTA-FEIRA (17/12), TEM ENTRADA GRATUITA AOS COOPERADOS

O 3º Festival Espaço Cooperativa, que acontece de 17 a 20 de dezembro, no Espaço Funarte, em São Paulo, tem entrada gratuita aos cooperados da Cooperativa de Música.

O Festival reúne vários estilos e gêneros musicais dos 12 shows selecionados pelo edital, além as apresentações de dois artistas convidados – Toninho Ferragutti e Zé Barbeiro - e mesas de discussão sobre temas voltados à música (confira abaixo a programação completa).  Leia mais...

CONHEÇA OS MÚSICOS SELECIONADOS (ORDEM ALFABÉTICA)

À Deriva, Alzira E, Ana Valéria Poles, Ana Valéria Poles, Grupo Seis com Casca, Kleber Albuquerque, Márcia Castro, Marquinho Mendonça, Quarteto Pererê, Paulo Tiné Quarteto, Sérgio Molina e Miriam Maria, Trio que Chora. Leia sobre seus trabalhos...

 

CONHEÇA OS MÚSICOS CONVIDADOS:


Toninho Ferragutti
é músico, compositor e arranjador. Possui uma extensa participação em shows e em cds de artistas importantes no Brasil e no exterior. Seu CD Sanfonemas, foi indicado ao Grammy Latino no ano 2000, como melhor CD de musica regional. O seu mais recente trabalho solo é o CD Nem Sol nem Lua, que esteve na opinião de diversos críticos entre os 10 melhores discos de música instrumental do ano de 2006. 

Zé Barbeiro é músico autodidata no violão 7 cordas. O seu apelido vem da profissão de barbeiro que atuou por trinta anos. O reconhecimento como violinista veio em 2005, quando participou do projeto Violões do Brasil. Considerado por Luiz Nassif o melhor violonista do Estado de São Paulo e um dos melhroes do país pelo livro “Violões do Brasil” (SESC/SENAC). Lançou em maio deste ano o CD “Segura a Bucha Zé Barbeiro”.

À DERIVA FAZ PRÉ-LANÇAMENTO DO CD “SUÍTE DO NÁUFRAGO” NO 3º FESTIVAL ESPAÇO COOPERATIVA

O quarteto de música instrumental À Deriva faz o pré-lançamento do seu terceiro CD, intitulado “Suíte do Náufrago”, em seu show, que será apresentado no dia 19/12 às 19h durante o 3º Festival Espaço Cooperativa, que acontece Espaço Funarte, em São Paulo, de 17 a 20 de dezembro. Leia mais...

Cooperativa de Música de São Paulo
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3º FESTIVAL ESPAÇO COOPERATIVA, QUE COMEÇA NESTA QUINTA-FEIRA (17/12), TEM ENTRADA GRATUITA AOS COOPERADOS


O 3º Festival Espaço Cooperativa, que acontece de 17 a 20 de dezembro, no Espaço Funarte, em São Paulo, tem entrada gratuita aos cooperados da Cooperativa de Música.

O festival reúne vários estilos e gêneros musicais dos 12 shows selecionados pelo edital, além as apresentações de dois artistas convidados – Toninho Ferragutti e Zé Barbeiro - e mesas de discussão sobre temas voltados à música (confira abaixo a programação completa).

Promovido pela Cooperativa de Música, com apoio da Funarte (Fundação Nacional de Arte) e do Proac (Programa de Ação Cultura da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo), o festival tem o objetivo de fazer uma mostra das várias linguagens musicais, além de promover a reflexão de questões importantes voltadas ao setor. As mesas de discussão que permearão o evento tratarão dos seguintes temas: “Circulação Musical”, “Economia da cultura musical e o cooperativismo” e “A regulamentação da volta do ensino de música nas escolas”.

“É fundamental que nós, músicos, criemos espaço para dar voz às demandas do nosso meio. Os temas escolhidos para as mesas de discussão estão diretamente ligados às principais carências do setor que são: a falta de cultura musical acarretada especialmente pela ausência desse tema nas escolas; a viabilidade econômica da atividade artística ligada à música; a dificuldade do intercâmbio musical entre cidades, estados e países, entre outras. Nesse contexto, o cooperativismo aparece como ferramenta importante para contribuir na resolução dessas dificuldades”, afirma Janine Durand, vice-presidente da Cooperativa de Música.

Na questão artística, Luis Felipe Gama, presidente da Cooperativa de Música, explica que o grande diferencial do festival é criar a inter-relação dos gêneros musicais. “No festival, vamos no sentido oposto ao que prega o mercado, que investe em identificar ‘nichos’. Promovemos uma espécie de experimentação químico-musical, de modo a fazer várias linguagens agradar a diversos públicos. Não conheço outro evento que tenha isso como premissa”, afirma Gama.

 Confira a programação do Festival no link.



CONHEÇA OS MÚSICOS SELECIONADOS (ORDEM ALFABÉTICA)


À Deriva 


O À Deriva, quarteto de música instrumental, existe desde 2002. Autores de uma proposta artística livre e inovadora dentro do contexto da música instrumental brasileira, os músicos que integram o grupo construíram um modo próprio de tocar, baseado na improvisação, na conversa não-hierárquica entre os instrumentos e na ousadia para ir além de fronteiras estéticas pré-estabelecidas. O grupo é formado por Rui Barossi (baixo acústico), Beto Sporleder (saxofone tenor e soprano, flauta transversal), Daniel Muller (piano acústico e elétrico) e Guilherme Marques (bateria). No festival, o quarteto À Deriva faz o pré-lançamento do seu terceiro CD, intitulado “Suíte do Náufrago”, que será apresentado no dia 19/12 às 19h durante o 3º Festival Espaço Cooperativa, que acontece Espaço Funarte, em São Paulo, de 17 a 20 de dezembro.

Alzira E 

Alzira Maria Miranda Espíndola cantora, compositora e instrumentista sul-mato-grossense. Iniciou sua carreira musical em 1977, com a gravação e lançamento do LP "Tetê e o Lírio Selvagem" Em 1980, após a dissolução do Lírio, estreia no show "Vozes e Violas", com Almir Sater, Passoca, grupo Bendegó, em São Paulo. Seu segundo disco, "AMME" (iniciais do seu nome completo), pelo selo Baratos Afins, rendeu a indicação para o Prêmio Sharp 1992, como melhor cantora pop. Em 1996, grava seu terceiro disco solo, o CD "peçamme", produção independente, lançado pelo selo Baratos Afins, onde apresenta parcerias com Itamar Assumpção (na sua maioria), Luli, Lucina, Alice Ruiz e Jerry EspíndolaEm 2000, Alzira lança pelo selo Dabliú, em homenagem à cantora e compositora Maysa, o CD "Ninguém Pode Calar", com releituras das composições da artista. Em 2005, lança o CD "PARALELAS" (Duncan Discos). Músicas em parceria com a poeta paranaense Alice Ruiz, com participação de Zélia Duncan em três canções e um poema com Arnaldo Antunes. No final de 2005 e no início de 2006, Alzira se empenha numa nova parceria, com o poeta Arruda (autor de um blog, http://www.saudadedopapel.zip.net onde escreve há 4 anos) e passam a compor um repertório, resultando na criação do seu sétimo CD lançado em 2007) "Alzira E", pela Duncan Discos. A dupla foi selecionada, entre os 12 finalistas no Prêmio Visa Compositores, em São Paulo, agosto/setembro de 2006.

Ana Valéria Poles


Nasceu em Tatuí, SP e começou a estudar contrabaixo aos 12 anos com o professor Nikolaus Schevistschenko no Conservatório de Tatuí, formando-se em 1981. Após vencer importantes prêmios nacionais e tocar como solista com orquestras brasileiras foi para a Áustria em 1982, como bolsista do Governo do Estado de São Paulo, para estudar na Escola Superior de Música e Artes Cênicas de Viena (hoje Universidade de Música) com o professor Ludwig Streicher. Na Europa, integrou o conjunto "Novos Solistas de Viena", a Primeira Orquestra de Mulheres da Áustria e a Orquestra Franz Lehar, tendo tocado também com a Orquestra Mozarteum de Salzburg. Foi idealizadora e integrante do Quinteto D'Elas, com quem gravou 3 CDs. Atualmente é professora da Academia e primeira contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP).

Cumieira

Grupo instrumental e voz de Campinas. Integrantes: Maria Beraldo (clarinete), Lívia Nestrovski (voz), Fernando Seiji (saxofone alto), Gustavo Santos (guitarra e violão), Henrique Eisenmann, (piano), Julio Melo (contrabaixo), Dhieego Batera (bateria).

Grupo Seis com Casca

As tênues fronteiras entre as músicas erudita e popular desaparecem com o trabalho do Grupo Seis com Casca. Os integrantes Bruno Monteiro (piano), Potiguara Menezes (guitarra), Diogo Maia (clarinete), Nikolay Iliev (violino), Mauricio Biazzi (contrabaixo) e Nelson Carneiro (percussão e vibrafone) já têm uma diversificada experiência na carreira musical. Em seus trabalhos individuais, participaram de grandes orquestras como a Osesp, Osusp e Orquestra Municipal de São Paulo; de mostras e festivais como a Bienal de Música Contemporânea e o Festival Música Nova; de espetáculos teatrais como Honra (estrelado por Regina Duarte e Marcos Caruso) e de shows de artistas como Elba Ramalho, Moraes Moreira, Arrigo Barnabé, Fernanda Porto, entre outros. Vale a pena conhecer essa “mistura” que promete encantar a todos, sejam aqueles que gostam de música de concerto, jazz e MPB, ou até mesmo aqueles que nem imaginam que podem vir algum dia a apreciar a música instrumental.
O trabalho do Seis Com Casca você confere na página oficial do grupo no MySpace.

 

Kleber Albuquerque

Kleber Albuquerque é compositor, instrumentista, intérprete, criando o tempo todo com o que a vida oferece: amor, dor, alento, mansidão, conquistas, erradas, acertos, e tantos outros regalos e terrenos áridos que são oferecidos aos seres humanos. Nascido em Santo André, São Paulo, começou sua jornada musical muito cedo, sendo frequentador do metiê rock’n roll, porém sem se abnegar do gosto por outras afluentes da música. Da música caipira aos roques, ele ouvia de tudo e se permitia influenciar. O que há de original em sua música e em sua poesia vem justamente dessa abertura que, desde sempre, faz parte da sua biografia. Seu primeiro CD, “17.777.700”, foi lançado em 1997. Desde então, lançou outros quatro: “Para a inveja dos Tristes” (2000), “O centro está em todas as partes” (2003), “Desvio” (2007), e o mais recente, pelo selo Sete Sóis, “Só o amor constrói”. “Barriga de fora”, do álbum “17.777.700”, foi a música que ganhou maior notoriedade, chegando a ficar entre as mais-mais de uma importante emissora de rádio. Com “Xi, de Pirituba a Santo André”, oriunda de uma parceria com Rafael Altério, Kléber foi finalista do Festival da Música Brasileira promovido pela Rede Globo.


Márcia Castro

Cantora e violonista, a baiana Márcia Castro iniciou sua carreira artística em 1995, aos 16 anos. O primeiro CD de sua carreira, “Pecadinho”, foi resultado da conquista do Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2006, premiação de maior relevância no cenário independente da música baiana, que incentiva a cultura através do patrocínio de obras inéditas. Embora perceptíveis as influências do jazz e do pop, o CD se guia mesmo pelos gêneros brasileiros passeando pelo samba, frevos e batuques baianos, sem esquecer dos recursos eletrônicos sempre muito bem colocados. Traz composições de Tom Zé, Zeca Baleiro, Jorge Mautner, Sérgio Sampaio e Itamar Assumpção. Ao longo de sua carreira fez participações em shows de artistas nacionais e internacionais de renome, entre eles: Mercedes Sosa, Belchior, Tom Zé, Luis Melodia e Zeca Baleiro.

Marquinho Mendonça

Guitarrista graduado pelo Musicians Institute de Los Angeles. Aperfeiçoou-se no violão com o músico Ulisses Rocha, passando a se dedicar também ao cavaquinho e ao bandolim. Em 1995 formou a Banda Mafuá tocando bailes de forró e gafieira por quatro anos. Em 1998 fez turnê pelo Brasil e Europa ao lado de músicos como Dominguinhos,  Alceu Valença, Oswaldinho, Elba Ramalho e Tom Zé. Produz anualmente, desde 2000, shows de carnaval com a Banda do Beco no litoral paulista, realiza pesquisas, gravações, oficinas de música brasileira. Gravou seu primeiro CD autoral em 2005, “Filosofia” com participação de vários músicos com Proveta, Laércio de Greitas, Marcos Suzano, Naná Vasconcelos, Sizão Machado, Toninho Carrasqueira, Renato Braz, entre outros. “Filosofia” é um passeio pelos ritmos do Brasil. Em dez composições inéditas e duas leituras de gêneros tradicionais, o disco incorpora influências universais dando um caráter progressivo aos ritmos regionais como o choro, frevo, baião, boi, jongo etc.

Quarteto Pererê

Formado em 2002 a partir das comemorações dos 80 anos da Semana de Arte Moderna, o 
Quarteto Pererê dedica-se à música instrumental brasileira e suas distâncias: ecos, pulos e utopias. Em sua contínua reflexão sobre as influências do nosso passado musical e sua perenidade refletida em obras de contemporâneos, os pererê's inspiraram-se no peralta de uma perna só – O Saci Pererê, confluência dos mitos brasílicos fixada no imaginário e na cultura popular, resultando numa dialética sonora imaginativa e alegórica. Em 2004 surge o primeiro cd do quarteto, - "Ebulição”. Lançado na Holanda, Roterdão e no Brasil, São Paulo (2005), o cd foi finalista do prêmio TIM de Música (2006) na categoria de conjunto revelação de música instrumental. O mais recente trabalho do Quarteto Pererê, lançado em 2009, é seu segundo cd independente, pelo Selo Gente Boa, - "Balaio - uma mistura bem dosada de tradição e modernidade", com participações ilustres, entre as quais, o poeta Gildes Bezerra, os compositores Dinho Nascimento, Luciano Vazzoler, Ruy Weber e o pandeirista Léo Rodrigues. "Balaio" integra temas da tradição brasileira, uma versão Antropofágica de uma Estampie do século XIII da região Mediterrânea da Itália - Istampita Palamento - Anônimo & diálogos

Paulo Tiné Quarteto

Paulo Tiné é Bacharel em Música, Mestre e Doutor em Artes, todos os títulos pela ECA-USP. Seu trabalho se destaca pela técnica apurada do violonista e pela regência. Dirige, regendo e escrevendo, os grupos institucionais “Big Band da Santa” na Faculdade Santa Marcelina desde 2001, uma Big Band formada por estudantes e convidados que, além de arranjos tradicionais, incorpora arranjos mais contemporâneos de músicos como Moacir Santos e Maria SchneiderEstudou também com Ricardo Rizek (Composição e Análise) e Cláudio Leal Ferreira (Orquestração). Foi guitarrista e arranjador da Big Band do maestro Roberto Sion entre os anos de 1993 e 1998 e atuou como guitarrista e compositor do seu próprio grupo instrumental Ludi & Tiné Quarteto entre 1994 e 1999 com o qual lançou o cd “Vento Leste” em 1997. Atua como docente nas seguintes instituições: Faculdade Santa Marcelina (FASM), Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM) e Escola de Música Tom Jobim (EMESP).

  

Sergio Molina e Miriam Maria (Sem pensar, nem pensar)

Entre 2002 e 2003 o compositor Itamar Assumpção (1949-2003) escreveu 11 letras especialmente para o compositor Sergio Molina musicar e chegar ao público na voz de Miriam Maria. O desejo de Itamar foi atendido dando origem ao CD que leva o nome da canção “Sem pensar, nem pensar”, que sai pelo selo Cooperativa. O projeto “Sem pensar, nem pensar” foi premiado pela Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo.

Trio que Chora – Marta Ozetti, Rosana Bergamasco e Cássia Maria 

Marta Ozzetti: flauta*** Tem se dedicado ao longo de sua carreira à divulgação da música instrumental brasileira, seguindo a tendência de unir o erudito e o popular, seja na execução de recitais de música de câmara, como integrante da Orquestra Jazz Sinfônica, ou na prática de grupos de choro. É mestre em performance em flauta transversal pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É flautista da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e professora de flauta transversal no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim (atual EMESP) onde ministra cursos de flauta transversal, primeiro sopro, oficinas de música popular e música de câmara. Rosana Bergamasco : violão sete cordas*** Estudou na Escola Municipal de Música, com o Professor Henrique Pinto e formou com ele o trio de violões juntamente com o violonista João Luís (Quaternáglia). Atua como violonista (Stand By) do grupo “Choronas”, onde participou do segundo CD. Viajou em turnês pelo Brasil em lançamento do primeiro e segundo CD do grupo. Gravou um song book de Joaquim Antônio Callado pela empresa Choro Music. Faz parte do Grupo “Choro de Moça” com Marta Ozzetti, Cássia Maria, Roberta Valente e Jane do Bandolim e do Grupo “Trio que Chora” com a percussionista Cássia Maria e a flautista Marta Ozzetti. Cássia Maria - percussão**** Cássia Maria é percussionista com forte presença de palco, cujo trabalho expressivo é reconhecido na cena cultural paulistana. Para ela a percussão vai além da manifestação artística, atribuindo-lhe um caráter didático pedagógico. Como percussionista, acompanha artistas expressivos como Pena Branca, Pereira da Viola, Consuelo de Paula, Kátia Teixeira, Vozes Bugras e outros./ Integra o grupo de choro ‘Choro de Moça’ e Vozes Bugras. É compositora. Suas músicas foram gravadas por Consuelo de Paula, A Quatro Vozes, Regina Machado e outros. Em 2008 lançou o seu primeiro CD com composições próprias "De Cara Pro Sol”.


À DERIVA FAZ PRÉ-LANÇAMENTO DO CD “SUÍTE DO NÁUFRAGO” NO 3º FESTIVAL ESPAÇO COOPERATIVA

O quarteto de música instrumental À Deriva faz o pré-lançamento do seu terceiro CD, intitulado “Suíte do Náufrago”, em seu show, que será apresentado no dia 19/12 às 19h durante o 3º Festival Espaço Cooperativa, que acontece Espaço Funarte, em São Paulo, de 17 a 20 de dezembro.

 À Deriva existe desde 2002 difundindo uma proposta artística livre e inovadora dentro do contexto da música instrumental brasileira.

A improvisação livre é o principal componente de criação deste CD que contém uma única composição, a “Suíte do Náufrago” propriamente dita, que se estrutura em sete movimentos (Solidão I; Embarque; Jornada/Tempestade I; Solidão II/Deriva; Calmaria; Tempestade II; Encontro), que correspondem a um percurso narrativo. A partitura elaborada pelo compositor da obra, Beto Sporleder, inclui poucos momentos de notação musical tradicional e um predomínio de indicações textuais sobre combinações timbrísticas, dinâmicas e texturas, de forma que os músicos produzem, a cada nova interpretação, uma composição diferente. O grupo é formado por Rui Barossi (baixo acústico), Beto Sporleder (saxofone tenor e soprano, flauta transversal), Daniel Muller (piano acústico e elétrico) e Guilherme Marques (bateria).